segunda-feira, 16 de novembro de 2015

#semanadederby

Filme da semana


Todos os dias irei publicar algo que, a meu ver, tenha alguma coisa relacionada com o derby de sábado. 

Aqui ou no instagram a minha (e já agora as vossas) partilha terá como hashtag

#semanadederby


segunda-feira, 9 de novembro de 2015

"Questa Curva Non Si Divide"



Um off topic.

Desde pequeno que gosto da curva romana, quem me conhece sabe que é uma das minhas referências na pátria do tifo, principalmente por um grupo que se chama Fedayn. Mas não é disso sobre o qual quero escrever.

Os romanos, tanto os giallorosso como os biancoblu estão numa luta que me parece interminável e tenho dúvidas (apesar de querer o contrário) que a ganhem. Há dois anos colocaram stewards no centro da curva, algo que facilmente foi ultrapassado, mas este ano, Gabrielli, presidente da Câmara, entendeu que uma das melhores medidas de segurança seria criar uma barreira física de acrílico, no meio das curvas, dividindo as pessoas.

Claro está que isto não foi bem aceite pelos ultras. Do lado da Roma, no jogo com a Juventus e com o Barcelona, ainda entraram, mas não cantaram. E, agora no derby os topos estavam praticamente vazios. Um protesto, uma luta que parece não ter fim.
Estranhamente os Clubes ainda não tomaram posição, parece que estão um pouco atados. Isto leva-me a acreditar que os ultras já não têm a influência de outrora, talvez pelas detenções dos últimos anos a ultras destas duas equipas.

Isto põe-me a pensar. Ir á bola é das coisas que mais gosto de fazer, se dividissem o meu topo, deixaria de ir? A minha/nossa ausência prejudicaria o Clube, mas a minha/nossa luta não será mais importante que isso?
Em Roma é bem claro que para se apoiar tem de ser de forma livre e neste momento isso não está acontecer. Mas quanto tempo durará esta luta pela “liberdade”, o mais importante não é apoiar o Clube?

Outro facto é a rivalidade que existe entre ambas as partes, mas quando é contra o “sistema” unem-se. Aqui em Portugal (ainda bem) isso é impossível. Não me vejo junto de um rival a lutar contro o que seja.


Faço um apelo a todos. Não dividam isso porque tenho a BTV e é mais giro quando os jogos da Roma têm cânticos,  bandeiras, fumos, tochas…etc. Pensem nisso…estou a pagar.

sábado, 7 de novembro de 2015

Weekend Offender Lisboa







Aberta desde o dia um de novembro, a Weekend Offender está com uma "exposição" no LX Factory em que a grande novidade é a coleção Lisboa.

Desloquei-me ao espaço no dia do Open Day e fiquei com um sentimento agridoce. 

Pensei que os preços fossem mais apelativos, mas não: aquilo que eu queria não havia e o que eu decidi comprar não havia o meu tamanho. 

No entanto, gostei muito do estilo das pessoas que circundavam a loja. Nada a ver com bola, o que traz um ar fresco a uma marca associada às terraces. 

Até dia 15 no 1. piso do LX Factory podem ver coisas que só se vê pela net, mas é também pela net que se compra mais barato. 

Mesmo assim, boa iniciativa e big up à Weekend Offender Lisboa!

Fotos:#weekendoffenderlisboa


Look do dia Saucony











terça-feira, 6 de outubro de 2015

Estilo e comédia by H&M

De onde realmente vêm os produtos?



Quando vamos a uma loja de marca comprar algo, à partida sabemos que vamos adquirir qualidade. Mas que qualidade é essa? De onde vem?
Existe um certo preconceito com etiquetas que indiquem made in China, mas acreditem é de lá que vem tudo.

A New Balance, por exemplo, tem fábricas em UK e nos USA, mas os tecidos vêm da ásia. Os cortes e as colagens são feitos nas ilhas ou nos states, mas o resto não.

A Stone Island tem das suas maiores fábricas na China. A adidas igual. A marca italiana desde a coleção do ano passado que começou a colocar nas suas etiquetas que o fabrico era feito em países europeus. Tenho três caps da Stone, um da China, outro de Itália e outro da Turquia. O que tem melhor qualidade é o da China. Isto vale o que vale.

Por outro lado temos as contrafações. As mais berrantes vêm da China e as melhores também são nipónicas. Isto faz todo o sentido, visto que as pessoas que os fazem são as mesmas podem é usar um material melhor ou pior. A ver se me explico. Acredito que as pessoas tragam cá para fora as ideias e os conceitos e tentem fazer por elas próprias as suas próprias réplicas que são iguais às originais, para venderem e ganharem o seu dinheiro, visto que nas fábricas de origem o salário é baixíssimo. Depois há aquelas que não se dão tanto ao trabalho e ficam-se pelas míseras cópias.Quem leu ou viu o filme Gomorra, sabe que é assim que se processa o comércio em Nápoles, considerada a cidade europeia onde existem os maiores índices de contrafação.

 Os produtos das marcas luxo são confecionados pelas mesmas pessoas que fazem as contrafações, por isso inquieta-me quando me desloco à Adidas e penso: isto será real ou fake. Acredito que muitas vezes pagamos 100% ou 200% mais daquilo que lhes custou, mas como estamos numa loja oficial não duvidamos da “veracidade” do produto.

Em Roma, por curiosidade, entrei numa Louis Vuitton experimentei uns ténis (nunca na vida os iria comprar) que custavam 400 e tal euros e não era melhores do que uns de 80€ que eu outrora comprara de outra marca mais mainstream. A minha mulher viu malas de mil e dois mil euros….a 10 metros da loja estavam africamos a vender réplicas que eles diziam serem as melhores do mundo e para mim eram exatamente iguais. Fez-me confusão como é que a Louis Vuitton não fazia nada e deixava-os vender mesmo ali á porta. Mas se pensar numa teoria conspiradora posso dizer que esses vendedores ambulantes são fornecidos pela própria LV. Uma pessoa entra na loja, não consegue comprar uma de mil euros, fica triste, mas depois vê uma “igual” por 50€ ou 60€, compra. Mercado paralelo mas como o mesmo destinatário. Nãaa mentira, isto não acontece.

Falei do vestuário, mas isto passa-se também com a comida, eletrodomésticos, medicamentos, carros etc. Tudo aquilo que mexa com a economia tem um mercado secundário.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

This is England

This Is England. Um filme que nada tem a ver com bola, mas que ao mesmo tempo tem tudo a ver com a bola. Shane Meadows dirigiu este filme em 2006 retratando a cultura Skinhead vivida na década 80’ no Reino Unido. E é ai que se entronca com o mundo da bola. Há skins na bola, mas não é disso que quero falar.

Passados oito anos, a longa-metragem deu origem a uma série dividida por dois anos; TIE 86’ e TIE 88’, produzidos pelo canal britânico Channel 4. Cada série tem três episódios, mas o sucesso dos anteriores foi tanto que, ao que tudo indica, vai haver mais um episódio no TIE 88’.

Um tempo bem passado em que se pode aprender um pouco mais sobre a cultura Skin e Mod dos anos 80’.


terça-feira, 29 de setembro de 2015

Uniformes Generale

Uniformes Generale. Mais uma brand britânica que eu desconhecia. Rob Trigg, o designer, começou por fazer tshirts gráficas para um nicho de mercado online, mas o sucesso foi tanto junto do street wear que acabou por alargar horizontes juntamente com Adam Creed, co-fundandor da Uniformes Generale.

Gosto sempre de tocar numa peça para sentir aquele toque e saber se de é qualidade ou não. Todavia ainda não tenho nada da UG, mas pelos relatos que li, as prendas parecem ter qualidade. Pelas fotos gostei dos desenhos dos bolsos nas sweats a cortarem o logo (algo que já se viu na Stone Islanda), mas também do casaco ao estilo K-Way. Resumindo, parece-me ser algo a ter em conta, os preços é que podiam ser mais baixos.