segunda-feira, 30 de março de 2015
sexta-feira, 27 de março de 2015
Misturas
Com o passar do anos fui-me tornando mais vaidoso e mais
cuidadoso com os pormenores. Não gosto de copiar, não gosto que me copiem.
Gosto de me inspirar e de inspirar. Sempre gostei de espreitar as tendências e
de algumas misturas e apesar de não me considerar Casual, gosto de muitos
apontamentos que este movimento utiliza e tento conciliar um pouco dos dois
lados.
A verdadeira vertente Casual é muito clássica. Parece mesmo
que mais clássico for mais “verdadeiro” és. Se formos a ver as cenas mais modernas são
reedições de prendas do passado. Existe um certo revivalismo no movimento que,
para mim, torna-o aborrecido. Exemplos:
parka estilo Barbour, pullover com decote em V, camisa aos
quadrados, calça straight e sapatilha adidas Gazelle;
Outro exemplo: Trench coat, casaco sweatshirt, tshirt
oversize, calças slim e adidas ZX Flux;
Acho que é bastante ilustrativo aquilo que escrevi mais
acima. Uma vertente mais clássica e uma vertente mais vanguardista. Penso que a
idade da pessoa também têm muito peso naquilo que se veste e por isso vestir é
uma arte, para não se cair no ridículo. Quanto mais velhos formos, mais as
nossas escolhas vão recair sobre artigos clássicos, sendo que enquanto mais novos
temos menos medo de arriscar.
Gosto de arriscar, gosto de vestir um casaco Stone Island e
não ter nada a ver com Casual. Gosto de misturar umas calças rotas com uma
camisa Sacoor e não deixar de ser clássico.
E vocês como é que é?
quinta-feira, 26 de março de 2015
K-Way e não só
A K-Way voltou ao passado e lançou “1990 Remake”. Os casacos impermeáveis são uma reedição de modelos colocados no mercados no verão de 1990. Com cores sugestivas e com as técnicas da K-Way (nylon impermeável Pac-a-Macs), são uma aposta da marca francesa para esta nova temporada.
Com Zip completo ou a meio, estes casacos têm a facilidade de se transformarem num pequeno “embrulho” quando para de chover. Com a K-Way lhes chama: Pocket-your-Parka
Um clássico moderno, muito utilizado na…itália. É verdade. Fiquei admirado com a quantidade de italianos que vi a usarem K-Way, não numa vertente leve, mas sim em casacos de inverno forrado com penas.
A par da Stone Island, a K-Way e a North Face são as marcas mais utilizados pelos transalpinos.
domingo, 22 de março de 2015
Fôrmas
Todos nós já tivémos aquela dor por estar a usar uns ténis pela primeira vez, certo? O uso de uma fôrma é a solução mais adequada para esse tipo de situações. Para além de alargarem qb, as fôrmas ajudam a que as sapatilhas não se deformem e não ganhem vincos.
As melhoras fôrmas são as de madeira, mas também as mais caras. As de plástico são mais em conta e em ambos os materiais há que ter em conta dois aspetos: o tamanho e o cabo redondo na ponta.
O tamanho (conta sempre, lol), torna-se importante para o objetivo que pretandemos.
Se a intenção é manter os ténis com a forma inicial, as fôrmas devem ser do tamanho do nosso pé, se, por outro lado, o objectivo é alargá-los então deve-se ir para um ou dois número acima do nosso calçado. Ou então usar umas de madeira bifurcadas que são um tipo de dois em um.
O cabo redondo ajuda a manter a parte interior da sapatilha intacto, os que têm outras formas geométricas geralmente desgastam o forro interior da sapatilha.
Hoje em dia não dispenso as minhas fôrmas.
quarta-feira, 18 de março de 2015
domingo, 15 de março de 2015
sábado, 14 de março de 2015
Jornalismo...
Fiquei a saber desse artigo por uma SMS que recebi:
Até me assustei, pensei que tivesse acontecido algo de grave, mas não, era apenas uma viagem ao passado com pinceladas sobre o que aconteceu recentemente no covil do leão.
A reportagem, penso para quem leu terá a mesma opinião que eu, não trouxe rigorosamente nada de novo a tudo aquilo que já se sabia. Um oportunismo.
As recentes detenções em Alvalade serviram de pretexto para uma reportagem de quatro páginas (duas delas dedicadas a uma claque do Benfica) que no caso dos grupos vermelhos e dos de lá de cima, foi apenas e só copy past do que já se tinha escrito muitas vezes.
Causa-me alguma curiosidade como é que um "agente desportivo" como é o Record fazer tanta campanha contra as claques, legalizadas ou não. Se formos a ver é o reflexo na nossa sociedade. Mafiosos, bandidos, ladrões, há em todo o lado, agora não podemos generalizar e concluir que são todos da mesma estirpe por fazerem parte de uma claque. Num jornal mau, nem todos são jornalistas medíocres. Enfim.
Não sou advogado de ninguém, mas gostava de ver jogos da Académica, Braga, Estoril ou Belenenses sem os seus bandidos. Quem é que fazia barulho? Os jornalistas.
Fico a aguardar pelo "lado bom das claques".
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