quinta-feira, 26 de março de 2015

K-Way e não só

A K-Way voltou ao passado e lançou “1990 Remake”. Os casacos impermeáveis são uma reedição de modelos colocados no mercados no verão de 1990. Com cores sugestivas e com as técnicas da K-Way (nylon impermeável Pac-a-Macs), são uma aposta da marca francesa para esta nova temporada.

Com Zip completo ou a meio, estes casacos têm a facilidade de se transformarem num pequeno “embrulho” quando para de chover. Com a K-Way lhes chama: Pocket-your-Parka

Um clássico moderno, muito utilizado na…itália. É verdade. Fiquei admirado com a quantidade de italianos que vi a usarem K-Way, não numa vertente leve, mas sim em casacos de inverno forrado com penas.

A par da Stone Island, a K-Way e a North Face são as marcas mais utilizados pelos transalpinos.








domingo, 22 de março de 2015

Fôrmas

Todos nós já tivémos aquela dor por estar a usar uns ténis pela primeira vez, certo? O uso de uma fôrma é a solução mais adequada para esse tipo de situações. Para além de alargarem  qb, as fôrmas ajudam a que as sapatilhas não se deformem e não ganhem vincos. 





As melhoras fôrmas são as de madeira, mas também as mais caras. As de plástico são mais em conta e em ambos os materiais há que ter em conta dois aspetos: o tamanho e o cabo redondo na ponta.

O tamanho (conta sempre, lol), torna-se importante para o objetivo que pretandemos. 

Se a intenção é manter os ténis com a forma inicial, as fôrmas devem ser do tamanho do nosso pé, se, por outro lado, o objectivo é alargá-los então deve-se ir para um ou dois número acima do nosso calçado. Ou então usar umas de madeira bifurcadas que são um tipo de dois em um.



O cabo redondo ajuda a manter a parte interior da sapatilha intacto, os que têm outras formas geométricas geralmente desgastam o forro interior da sapatilha.

Hoje em dia não dispenso as minhas fôrmas.



sábado, 14 de março de 2015

Jornalismo...


Todos os dias de manhã, enquanto tomo o pequeno almoço, passo os olhos pelas primeiras páginas dos jornais e na passada quinta-feira isso não foi excepção. No entanto houve algo que me passou ao lado. "O lado negro das claques" como o Record o chamou. 

Fiquei a saber desse artigo por uma SMS que recebi:


Até me assustei, pensei que tivesse acontecido algo de grave, mas não, era apenas uma viagem ao passado com pinceladas sobre o que aconteceu recentemente no covil do leão. 


A reportagem, penso para quem leu terá a mesma opinião que eu, não trouxe rigorosamente nada de novo a tudo aquilo que já se sabia. Um oportunismo.
As recentes detenções em Alvalade serviram de pretexto para uma reportagem de quatro páginas (duas delas dedicadas a uma claque do Benfica) que no caso dos grupos vermelhos e dos de lá de cima, foi apenas e só copy past do que já se tinha  escrito muitas vezes.



Causa-me alguma curiosidade como é que um "agente desportivo" como é o Record fazer tanta campanha contra as claques, legalizadas ou não. Se formos a ver é o reflexo na nossa sociedade. Mafiosos, bandidos, ladrões, há em todo o lado, agora não podemos generalizar e concluir que são todos da mesma estirpe por fazerem parte de uma claque. Num jornal mau, nem todos são jornalistas medíocres. Enfim.

Não sou advogado de ninguém, mas gostava de ver jogos da Académica, Braga, Estoril ou Belenenses sem os seus bandidos. Quem é que fazia barulho? Os jornalistas. 

Fico a aguardar pelo "lado bom das claques".





Stand Smith?

E é este gajo embaixador da adidas...epá por favor.


sexta-feira, 13 de março de 2015

Clarks e Equipment

 

Este é daquilo tipo de calçado que não me vejo a utilizar, mas...

Clarks Wallabes foi um sapato muito utilizado na década 70', antes do boom dos sneakers. É um clássico que, como podemos ver, está de volta, e Portugal, estranhamente está na rota do regresso. 
Totalmente em camurça com sola de borracha muito maleável. Lembram-se dos Bata...Há venda na TAF Premium CCColombo.

Outra surpresa foi descobrir que os Adidas Equipment chegaram ao nosso país. Numa altura em que se sofre uma overdose de ZX Flux, consegui ver um clássico dos anos 90'. Foi dos primeiros ténis que tive quando era puto e só me lembro que eram brancos e azuis. 
 
Desde o final do ano passado que a Adidas decidiu relançar este modelo. Relembro que os Equipment Guindance não são da Originals, fazem parte de uma linha mais desportiva que se chama exatamente Equipment.

Pela net vi cores incríveis e fixei uns e, não é que os encontrei. Simplesmente fantásticos. Mistura de pele com camurça, escuros com sola branca, mas tiveram de ficar na prateleira á espera que a carteira engorde.





domingo, 8 de março de 2015

Wade Smith Shoes


Robert Wade-Smith foi um visionário que revolucionou a moda no Reino Unido no final da década de 70' início de 80'. Em 1977 trabalhava numa empresa que de chamava Peter Black Footwear, mas Robert queria o seu próprio negócio. Numa viagem à Alemanha para reabastecimento de ténis da adidas, viu uns que mudaram a sua vida: Forest Hills brancos com as listas amarelas. No entanto a empresa para qual trabalhava não achou o modelo nada de especial e não os levou para Liverpool, cidade Natal de Robert. 

Em 1982 decidiu abrir o seu próprio negócio e fundou a Wade-Smith LD. Contatou a adidas e disse quem queria 200 pares, responderam que sim, mas teria que ser pago em cash e que não faziam o transporte. Robert pegou na sua van e foi até Berlin...

Em dezembro de 1982 abriu na Slater Street em Liverpool a Wade Smith Shoes, com 250 pares de ténis. Duzentos da adidas e o resto entre a Nike e a Puma. No final de um ano tinha vendido 110 mil pares de sapatilhas. 


Era a única loja no Reino Unido que vendia modelos nunca antes vistos e por isso as equipas que iam jogar contra o Liverpool ou o Everton, viam muitos dos seus adeptos irem um dia antes do jogo, não para invadirem o pub adversário, mas sim para poderem fazer compras na Wade Smith.

A meio dos anos 90', a JD Group (lojas JD e Size?) entrou em força e o pequeno grande negócio entrou em declínio. A saída de cena do movimento Casual também acelerou aquilo que em 2005 veio a acontecer, o fecho da loja. Robert tem agora uma linha de roupa com o seu próprio nome e continua no business.