quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
Para sempre
Em viagem para o Norte do pais tive tempo de ler um jornal desportivo, algo que deixei de fazer há já muito tempo. Soube bem, é diferente folhear o dedo pelas páginas impressas do que movimentar o polegar ou indicador por um ecrã. Mas os jornais continuam a inventar muito.
Mas não é disso que queria falar. O que me chamou a atenção foi uma abertura internacional que dava conta da insatisfação de José Mourinho pelo ato de rascismo de alguns dos seus adeptos.
Fica bem dizer que é uma vergonha, mas a história diz-nos que o rascismo nunca irá acabar. NUNCA. Clubes como Chelsea, Lazio, Rangers, Inter etc têm todos um historial de xenofobia. E falo destes porque são os mais óbvios já que existem muitos mais que o são, então a Leste não deve haver um que não o seja.
Ainda neste fim-de-semana assistiu-se a um episódio em que adeptos do West Ham entoavam cânticos anti-semitas contra os Spurs.
Neste tipo de situações levanta-se a questão de "picar" o rival, usando palavras que os próprios lesados já sabem que isso vai acontecer. É uma fronteira ténue entre o gozo e o racismo. O mesmo se pode dizer quando alguns em Portugal chamam outros de "marroquinos", "mouros", "espanhóis" etc.
Enfim, no futebol haverá sempre racismo, principalmente para os PRETOS e o que aconteceu em Paris, por acaso, foi gravado, mas em todos os jogos há um nigger que sofre. Sempre foi assim e sempre será.
Cá estaremos!
adidas Super Kegler
Mais uma ida ao arquivo da adidas pela size? e mais uma reedição dos Super Kegler. Disponíveis no final do mês.
Há mais ou menos seis meses houve uma aparição deste modelo em castanho e beije, mas desta vez apostaram num modelo branco, com as riscas azuis ou verdes com o destaque para um dos cilindros que é vermelho.
Lembro que este foi o modelo que adidas escolheu para celebrar os 100 anos de Adi Dassler, castanhos com pele de avestruz. Foram feitos apenas 100.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
Derby
Após duas semanas, penso que dá para ter uma leitura mais fria sobre os derbys entre os rivais de Lisboa.
Derby é derby e para quem não sabe, VALE TUDO. Não é um jogo é muito mais que isso. Prefiro perder um derby do que o campeonato, mas há muita gente que não pensa como eu. A isso chamo pequenez, mas não sou hipócrita, porque se não posso ganhar o campeonato, tenho de ganhar o derby e talvez ai seja pequeno.
Muito se falou do que se passou nas bancadas, apenas digo que todos os derbys deviam ser assim, alterava apenas e só o resultado final. Derby é para ganhar, o resto é azia e história.
- adidas manda em Lisboa;
- há cada vez menos chapéus;
- fui pisado no golo e não manchou;
- stone island David TC nos visitantes;
- a polícia parecia estar no tour de france
- voltaram as frases, nem tudo o que parece é;
- o clube visitado tem de construir uma caixa (que tanto criticaram) para este tipo de adeptos visitantes;
- maior enchente de sempre naquele estádio, para ver o clube visitante;
- o resto...não vi
Respeito!
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Gary Aspden continua a sua pesquisa e a lançar reedições de modelos marcantes dos anos 70' e 80'. A viagem a Buenos Aires mudou a mente do britânico que prepara um release para dia 28 fevereiro de quatro modelos da linha Spzl.
Waterproof, o mais caro deles todos que ir acostar cerca de 200€!!!. É uma sapatilha construída com materiais Gore Tex e como nome indica totalmente á prova de água. Albrecht. Uma linha clássica de pele. Hyndburn, todo ele em suede com destaque para sola que tem dezenas de logos da adidas. Por fim Indor Court, muito parecidos com os Forest Hills.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
New Balance 990 30th anniversary
Este era um modelo que queria há algum tempo. Cheguei mesmo a comprar os bordeaux, mas vieram no tamanho errado. A oportunidade passou e o preço deles 156€ nunca mais baixou.
Por sorte, numa pesquisa por Lisboa, encontrei os 990 30th anniversary. Fiquei muito curioso, principalmente pelo preço. Muito em conta.
Esta sapatilha da New Balance é minimalista, a lingueta é ultra fina, dupla sola com o sistema vibrom. Como etiqueta explicativa diz "made for workers".
Alta como gosto e muito confortável. Apesar de não serem um modelo "skinny" não fazem o pé como as 574.
Por ser um modelo made in USA, é dos modelos mais caros da marca. Saiu esta semana uma release destes sneakers, mas menos minimalista. As novas já têm etiqueta do tamanho e a inscrição NB no interior. As 30th por serem uma "cópia" das originais não têm esses excessos.
Boa compra, sem dúvida, se tiver oportunidade irei comprar noutras cores.
Há sempre um lado negativo da coisa. Ainda não tinha os ténis há uma hora e recebi esta sms: Pró ano o porto vai vestir New Balance, deixa de ser Warrior...
Fuck.
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