domingo, 25 de janeiro de 2015

Para a vida

Mesmo guardados têm que estar limpos



Depois do filme de domingo à tarde, depois do DVD infantil é tempo de pôr os sneakers a brilhar. O tempo agora é contado ao minuto, por isso há que haver uma seleção criteriosa.

Depois de escovar os que mais utilizo, a minha atenção passou para um clássico da adidas. ZX750. Comprados na Size? há um bom par de anos, já não os uso nem sei porque é que os comprei, mas limpeio-os, escovei e pintei. Estão como novos. 

Adoro os meus ténis.

sábado, 24 de janeiro de 2015

White Mountaneeiring x Barbour

White Mountaneering uma marca que tem dado nas vistas nos últimos tempos. Primeiro começou com uma colaboração com a Barbour e dentro de algum meses será com a adidas.

Yosuke Aizawa é o designer da marca que lançou em 1997, com o intuito de juntar design, utilidade e tecnologia. 

As características são iguais a todas as outras "materiais de luxo e tecnologia de ponta", parece que é regra.

A WM é de origem japonesa que, curiosamente, parece ser uma tendência dos últimos anos. Muitas marcas europeias estão se a juntar ou até mesmo a mudar-se para o Japão, onde encontram fibras e tecidos iguais ou superiores ao fabricados na Europa, mas com um custo muito mais baixo. E pelo que se sabe neste momento o Japão é o país onde existem as melhores fábricas de roupa do mundo. 

Prova disso são as colaborações com Barbour  e também com a adidas. Isto chama-se visão de mercado. Conseguem ter produtos de alta qualidade a um preço mais baixo, mas vendem-nos a um preço elevado, que dá em lucro.

Uma nota apenas para última foto. Para mim o casaco mais bonito desta colaboração. 



















terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Bombers

Baracuta


APC

adidas x Barbour

CP Company

Stone Island Shadow Project




Spotted



O processo de escolha

Já referi várias vezes que não sou Casual, apenas gosto da cena e tudo o que envolve aquilo que se possa classificar como sendo Casual, muito em especial para a forma como se veste.

Hoje em dia olho para o meu closet e vejo muita roupa que sonhava ter e que a globalização ajudou a tornar realidade. Mas paradoxalmente não as uso muito. 

O processo de escolha de roupa é, como já vi por ai escrito, um processo romântico e moroso. Gosto de o fazer, não tenho é muito tempo.


Normalmente tudo começa por uma peça. Penso numa peça de roupa que queira usar e depois tudo gira à volta dessa indumentária.

Antigamente acontecia com mais frequência, mas eram os ténis que ditavam as regras. Hoje em dia já não se passa o mesmo até porque estou numa fase em que prefiro andar de sapatos ou botins do que de ténis.


Mas voltando ao tema, identifico uma peça e tento conjugá-la com o resto. Se quero dar destaque a algo tento não combinar as cores. Por exemplo se o meu foque é nos ténis a parte de cima será sóbria, se o must é um casaco a parte debaixo terá de ser neutra. Mas de vez em quando não há nada a fazer senão pandan. 

Penso que tem de haver um certo rigor ao vestir, mesmo que por vezes se misturem padrões (agora é muito trendy), há que ter um certo cuidado nessa mistura.

Tenho a paranóia de não misturar logos. Se tenho um logo visível, o(s) restante(s) também tem de ser da mesma marca. O exemplo mais claro para mim é: se visto adidas, é impensável usar Nike. 


Tenho quase a certeza que muitas pessoas passam pelo mesmo que eu e, não precisamos de ser gajas para termos preocupações com a estética, apenas gostamos daquilo.

Vestir é como montar um puzzle, no final tudo tem de estar encaixado.