segunda-feira, 9 de junho de 2014

Peter Storm



Peter Storm foi fundada em 1954 por Noel Bibby e rápido atingiu notoriedade. Com a experiencia de ter participado na II Guerra Mundial, Bibby aproveitou para criar uma peça de roupa com design novo e alternativo para se usar Outdoor. O criador faleceu em 1989, mas a Peter Storm já se encontrava muito bem posicionada no mercador britânico e com grande parte da "culpa" associada ao um movimento juvenil, associado ao futebol, chamado Casual.
 






No filme Awaydays pode-se ver o estilo que marcava essa época. A Peter Storm encontrou, nessa altura, uma concorrente de peso, a Lois, que para além dos jeans, apostava nos cagoules. Mas com o passar dos anos a Storm ganhou a dianteira.

Era muito usual nos anos 80' ver pessoas nos estádios de Peter Storm, calças Lois e adidas Forest Hill ou Nastase. Era  o look Casual no Reino Unido. Está no segredo de alguns Deuses, mas vai haver uma release da Peter Storm e os fanáticos já estão em ansiosos.

A mim custa-me um bocado desembolsar 100€ por uma peça que não tira o frio, nem aquece, protege (de alguma) chuva, mas isso sou eu.



quinta-feira, 5 de junho de 2014

adidas Boston Super

A maratona de Boston saltou à ribalta o ano passado com o atentado, ou alegado atentado que se deu por lá. Mas não era disso que eu queria falar. Bem melhor que isso são os adidas Boston Super em homenagem a essa corrida. Criados em 1984 os Boston Super vão estar no mercado em junho nas lojas com estes dois colourways. Mais uns retro, mas estes, a meu ver, valem bem a pena.
 
Dúvido que cheguem a Portugal, até lá disponiveis em Endclothing.



quarta-feira, 4 de junho de 2014

O que acham?




Esta cultura está muito ligada ao elitismo. Nem todas as pessoas têm poder de compra para adquirir uma tshirt de 80€, ou um casaco de 300€ e isso dificulta a exclusividade, ou se calhar não.

Vejamos. Se eu não posso comprar aquelas marcas mais badaladas, isso não quer dizer que eu não tenha exclusividade com marcas mais acessíveis, é aqui que entra a pesquisa o encontrar do novo do, fora do normal, sair da zona segura. Claro que há o risco de comprar um polo que eu e mais 500 pessoas vamos ter, mas esse erro é primário. Por não poder desembolsar centenas de euros num polo, não quer dizer que vá à loja mais badalada do centro comercial e compre todas as cores de polos que existam e me convença, sou Casual e com roupa barata. Não.

Há tantas lojas físicas e online que nos dão grandes oportunidades de negócio e de certeza que existem lojas nas nossas cidades que têm roupa de qualidade com preços acessíveis.

Dou por mim muitas vezes a pensar que se a um beto (não tenho nada contra) lhe tirar os sapatos de vela e colocar uns adidas, vai parecer um Casual. Camisa Ralph Lauren, calça chino Quebramar e os adidas nos pés. Qual é a diferença? Coloco os adidas e não umas New Balance, porque hoje em dia já se vê muito beto de New Balance.

Por outro lado, se usar um chapéu, uma tshirt e uns ténis, tudo da Lacoste vou parecer o quê?
Gosto de usar certas marcas, gosto de usar camisas e estou agora a desenvolver uma relação com as calças chino, mas não quero parecer um beto. Como já referi não tenho nada com essa subcultura, mas nada tem a ver com as minhas raízes. Adoro andar de chapéu na cabeça e tenho alguns polos da Lacoste, mas isso não faz de mim um mitra, ou faz?

Gostava de perceber o que é que o pessoal que lê o blog acha sobre as marcas que se usam no panorama geral e aquelas menos conhecidas, como é que fazem para debelar os altos preços praticados por certas brands.

Por outro lado, gostava de saber a vossa opinião sobre a proximidade que um Casual pode ter com a cultura dos betos e dos mitras.

Está aberto o debate.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

Mt. Rainier Design




 Mt. Rainier Design é uma marca americana fundada nos anos 60’ com intuito de servir as pessoas que tinham paixão pelo montanhismo. Sedeada na Califórnia a marca tinha como princípios a durabilidade, o conforme e a comodidade. Com o surgimento de nomes como Columbia e The Norh Face, Mt. Rainier foi perdendo algum espaço.

A mão de obra de muitas marcas deixou Estados Unidos e migrou para o Vietname, Filipinas e China e numa tentativa de relançar a marca Mt Ranier transladou-se para o pais do sol nascente. Aposta completamente ganha.

Os direitos foram comprados por japoneses que seguiram com a tradição de elaborar produtos de alta qualidade (sim é possível na China) para todo o tipo de montanhismo. Todos os produtos são feitos numa relação de 60% algodão e 40% de nylon.

Destaco os casacos e parkas.