terça-feira, 15 de outubro de 2013

Casuals 1926

Cosme Damião, awayday.



Chinos vs Jeans

O que são Chinos? São calças de sarja de diferentes cores, mas sobretudo beijes, muito versáteis e que dá para conjugar com muitos looks desde o mais formal ao outfit descontraído. Quanto mais escura a calça menos formal fica.

Jeans ou ganga, vai com tudo, serve para tudo e fica sempre bem. Agora há epidemia de skinny ou slim fit, mas o mais importante nestes casos é a calça ser constituída por alguma percentagem de elástico para a confortabilidade ser maior.


Dockers e Carhartt são as escolhas mais acertas para Chinos. Na ganga a panóplia é muito mais abrangente e varia de gosto para gosto e se lá por fora existem marcas como Edwin, Levis, Lois ou Stone Island, aqui em Portugal só a Levis tem expressão, uma vez que os jeans é aquela peça de roupa que se pode arriscar em brands desconhecidas.














sábado, 12 de outubro de 2013

Henri Lloyd Douglas Jacket

Este casaco faz parte da colecção Black Label da Henri Lloyd, uma linha mais Fashion que a tradicional que engloba a moda e o desporto. 







  

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Scousers and flares

No seguimento do post anterior, recebi esta imagem envidada por Nuno M., que demonstra que os scousers estão-se nas tintas para a repressão. Sem dúvidas os adeptos mais latinos de Inglaterra.


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Anda tudo ao contrário

Nas ilhas britânicas as coisas já não são como eram. A rapaziada de Glasgow já não é novidade e agora os dois lados de Liverpool também já fazem parte dos pyro boys.

A pirotecnia ganha cada vez mais adeptos e esses adeptos parecem estar a virar para mundo Ultra. 

Isto anda tudo ao contrário.

Liverpool



Everton



Rangers


Celtic









Henri Lloyd Jubilee Trainer

Excelente forma de celebrar o jubileu inglês. Henri Lloyd Jubilee Trainer, simplesmente lindos.





quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Seminário Internacional Estádios de Sítio-2013 - Parte III

O perito inglês em violência no futebol David Bohannan considerou esta quarta-feira que qualquer estratégia para impedir o "hooliganismo" tem de apostar na «exclusão» dos elementos de risco de toda a experiência do futebol, antes e durante os jogos.«O que funciona é a exclusão dos elementos violentos dos estádios de futebol e de toda a experiência do futebol. Não interessa de quanto é a multa que lhes passem, ou que os ponham na prisão por algum tempo, não interessa o quanto lhes batam. Isso não vai afetar o seu comportamento. Exclui-los do futebol é que os afeta de verdade», disse Bohannan.O perito inglês, presidente do Grupo PanEuropeu de Peritos sobre Violência no Futebol e o responsável pela atual estratégia britânica no combate ao fenómeno, falava no seminário internacional "Estádios de Sítio - O fenómeno da violência associado ao desporto", que decorreu hoje em Lisboa.A procuradora-geral adjunta Maria José Morgado lamentou hoje, no mesmo seminário, o número reduzido de penas acessórias que impeçam os adeptos violentos de frequentar os estádios portugueses, considerando que a legislação aplicável tem dificultado as autoridades nessa matéria.«É preciso retirá-los de toda a experiência do futebol, não apenas dos jogos. O jogo é apenas um dos elementos da experiência do futebol. [As autoridades] têm de desenvolver uma estratégia que se dirija à verdadeira subcultura dos hooligans do futebol, que elimine a sensação de poder que eles sentem [em grupo], que lhes retire o sentimento de pertença ao grupo», explicou o especialista inglês.Em causa estão os períodos que antecedem os jogos, em que estes elementos costumam reunir-se com os amigos, também eles membros dos grupos organizados que depois protagonizam atos violentos.Uma das formas usadas pelas autoridades inglesas para conseguirem estes objetivos é a de - além de impedirem a entrada nos estádios - obrigarem os elementos banidos a apresentar-se nas esquadras durante os jogos.«Duvido que uma proibição que apenas afete o estádio tenha impacto», concluiu David Bohannan.Quanto ao trabalho feito no Reino Unido, Bohannan disse que as autoridades britânicas «impõem entre dois mil e três mil proibições [pessoas banidas do futebol] por ano».«Desde o ano 2000 apenas tivemos uma mão-cheia de pessoas que repetem a proibição. E apenas em duas ocasiões as pessoas tentaram contornar essa proibição através de outro país», referiu o perito.Ou seja, as proibições estão a mudar o comportamento dos adeptos violentos, com benefícios para os clubes, que conseguem ter mais famílias no estádio e logo mais receitas de bilheteira.Esse é outro dos pilares que David Bohannan considera fundamental: a abordagem multi-equipa.«Nenhuma entidade vai conseguir, de forma isolada, combater eficazmente o problema. A polícia e clubes têm de trabalhar juntos», afirmou.

In Sapo Desporto

Seminário Internacional Estádios de Sítio-2013 - Parte II

A Procuradora-Geral Adjunta do Ministério Público, Maria José Morgado, admitiu hoje falhas na punição legal de adeptos violentos nos estádios de futebol e que estes «têm de sentir» que são punidos rapidamente «se pisarem o risco».

«A contraordenação não tem funcionado e tem de funcionar. Tem de haver uma inevitabilidade, os adeptos violentos têm de perceber que correm um risco e que a punição é inevitável, tanto penal como contraordenacional», disse Maria José Morgado no decorrer do seminário internacional "Estádios de Sítio - o fenómeno da violência associada ao desporto", que decorre em Lisboa.

Por outro lado, sublinhou a procuradora, tem de haver «instantaneidade nessa punição». 

«Pisa-se o risco hoje e é-se punido hoje, quanto mais não seja amanhã, e é isso que não temos conseguido», disse Maria José Morgado, considerando, por outro lado, essencial que se torne obrigatório o registo dos grupos de adeptos organizados (claques) e subsequente atualização desse registo.

Quanto às razões para estas falhas, a procuradora disse que um parecer vinculativo da Procuradoria-Geral da República de maio de 2012 «criou problemas de impossibilidade de aplicação e de incriminação destas condutas» dos adeptos violentos.

«O Ministério Público tinha conseguido registar condenações na época de 2011, (...) mas estas perderam o efeito preventivo por falta de continuidade e pela jurisprudência de remeter estas condutas [dos adeptos] para o âmbito das contraordenações», disse a procuradora.

Assim, disse, a partir de maio de 2012 «criou-se uma espécie de offshore legal nesta matéria». Espelho disso, sublinhou, é o escasso número de condenações efetivas de adeptos violentos em Portugal.

«Punição efetiva e inelutável dos adeptos tenho o caso do Benfica-Spartak de Moscovo, de 7 de novembro de 2012, em que houve a condenação de 30 adeptos, condenados a penas acessórias de proibição de entrar em estádios», enumerou.

Tirando este caso, acrescentou Maria José Morgado, todos os outros «são de absolvições e há um caso de multa».

Maria José Morgado sublinhou, no entanto, que a partir de julho de 2013 houve uma clarificação importante na lei das armas, que indica agora que a posse de tochas, fumos ou outros artefactos pirotécnicos passa a crime.

Esta alteração contribui «para travar a violência», disse Maria José Morgado, que considera - ainda assim - que a lei das armas «continua confusa».

In Sapo Desporto