sábado, 12 de outubro de 2013

Henri Lloyd Douglas Jacket

Este casaco faz parte da colecção Black Label da Henri Lloyd, uma linha mais Fashion que a tradicional que engloba a moda e o desporto. 







  

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Scousers and flares

No seguimento do post anterior, recebi esta imagem envidada por Nuno M., que demonstra que os scousers estão-se nas tintas para a repressão. Sem dúvidas os adeptos mais latinos de Inglaterra.


quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Anda tudo ao contrário

Nas ilhas britânicas as coisas já não são como eram. A rapaziada de Glasgow já não é novidade e agora os dois lados de Liverpool também já fazem parte dos pyro boys.

A pirotecnia ganha cada vez mais adeptos e esses adeptos parecem estar a virar para mundo Ultra. 

Isto anda tudo ao contrário.

Liverpool



Everton



Rangers


Celtic









Henri Lloyd Jubilee Trainer

Excelente forma de celebrar o jubileu inglês. Henri Lloyd Jubilee Trainer, simplesmente lindos.





quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Seminário Internacional Estádios de Sítio-2013 - Parte III

O perito inglês em violência no futebol David Bohannan considerou esta quarta-feira que qualquer estratégia para impedir o "hooliganismo" tem de apostar na «exclusão» dos elementos de risco de toda a experiência do futebol, antes e durante os jogos.«O que funciona é a exclusão dos elementos violentos dos estádios de futebol e de toda a experiência do futebol. Não interessa de quanto é a multa que lhes passem, ou que os ponham na prisão por algum tempo, não interessa o quanto lhes batam. Isso não vai afetar o seu comportamento. Exclui-los do futebol é que os afeta de verdade», disse Bohannan.O perito inglês, presidente do Grupo PanEuropeu de Peritos sobre Violência no Futebol e o responsável pela atual estratégia britânica no combate ao fenómeno, falava no seminário internacional "Estádios de Sítio - O fenómeno da violência associado ao desporto", que decorreu hoje em Lisboa.A procuradora-geral adjunta Maria José Morgado lamentou hoje, no mesmo seminário, o número reduzido de penas acessórias que impeçam os adeptos violentos de frequentar os estádios portugueses, considerando que a legislação aplicável tem dificultado as autoridades nessa matéria.«É preciso retirá-los de toda a experiência do futebol, não apenas dos jogos. O jogo é apenas um dos elementos da experiência do futebol. [As autoridades] têm de desenvolver uma estratégia que se dirija à verdadeira subcultura dos hooligans do futebol, que elimine a sensação de poder que eles sentem [em grupo], que lhes retire o sentimento de pertença ao grupo», explicou o especialista inglês.Em causa estão os períodos que antecedem os jogos, em que estes elementos costumam reunir-se com os amigos, também eles membros dos grupos organizados que depois protagonizam atos violentos.Uma das formas usadas pelas autoridades inglesas para conseguirem estes objetivos é a de - além de impedirem a entrada nos estádios - obrigarem os elementos banidos a apresentar-se nas esquadras durante os jogos.«Duvido que uma proibição que apenas afete o estádio tenha impacto», concluiu David Bohannan.Quanto ao trabalho feito no Reino Unido, Bohannan disse que as autoridades britânicas «impõem entre dois mil e três mil proibições [pessoas banidas do futebol] por ano».«Desde o ano 2000 apenas tivemos uma mão-cheia de pessoas que repetem a proibição. E apenas em duas ocasiões as pessoas tentaram contornar essa proibição através de outro país», referiu o perito.Ou seja, as proibições estão a mudar o comportamento dos adeptos violentos, com benefícios para os clubes, que conseguem ter mais famílias no estádio e logo mais receitas de bilheteira.Esse é outro dos pilares que David Bohannan considera fundamental: a abordagem multi-equipa.«Nenhuma entidade vai conseguir, de forma isolada, combater eficazmente o problema. A polícia e clubes têm de trabalhar juntos», afirmou.

In Sapo Desporto

Seminário Internacional Estádios de Sítio-2013 - Parte II

A Procuradora-Geral Adjunta do Ministério Público, Maria José Morgado, admitiu hoje falhas na punição legal de adeptos violentos nos estádios de futebol e que estes «têm de sentir» que são punidos rapidamente «se pisarem o risco».

«A contraordenação não tem funcionado e tem de funcionar. Tem de haver uma inevitabilidade, os adeptos violentos têm de perceber que correm um risco e que a punição é inevitável, tanto penal como contraordenacional», disse Maria José Morgado no decorrer do seminário internacional "Estádios de Sítio - o fenómeno da violência associada ao desporto", que decorre em Lisboa.

Por outro lado, sublinhou a procuradora, tem de haver «instantaneidade nessa punição». 

«Pisa-se o risco hoje e é-se punido hoje, quanto mais não seja amanhã, e é isso que não temos conseguido», disse Maria José Morgado, considerando, por outro lado, essencial que se torne obrigatório o registo dos grupos de adeptos organizados (claques) e subsequente atualização desse registo.

Quanto às razões para estas falhas, a procuradora disse que um parecer vinculativo da Procuradoria-Geral da República de maio de 2012 «criou problemas de impossibilidade de aplicação e de incriminação destas condutas» dos adeptos violentos.

«O Ministério Público tinha conseguido registar condenações na época de 2011, (...) mas estas perderam o efeito preventivo por falta de continuidade e pela jurisprudência de remeter estas condutas [dos adeptos] para o âmbito das contraordenações», disse a procuradora.

Assim, disse, a partir de maio de 2012 «criou-se uma espécie de offshore legal nesta matéria». Espelho disso, sublinhou, é o escasso número de condenações efetivas de adeptos violentos em Portugal.

«Punição efetiva e inelutável dos adeptos tenho o caso do Benfica-Spartak de Moscovo, de 7 de novembro de 2012, em que houve a condenação de 30 adeptos, condenados a penas acessórias de proibição de entrar em estádios», enumerou.

Tirando este caso, acrescentou Maria José Morgado, todos os outros «são de absolvições e há um caso de multa».

Maria José Morgado sublinhou, no entanto, que a partir de julho de 2013 houve uma clarificação importante na lei das armas, que indica agora que a posse de tochas, fumos ou outros artefactos pirotécnicos passa a crime.

Esta alteração contribui «para travar a violência», disse Maria José Morgado, que considera - ainda assim - que a lei das armas «continua confusa».

In Sapo Desporto

Desporto de pobres, roupa de ricos


Curiosa esta ilustração. Chamou-me a atenção pela veracidade da mesma. É engraçado que o desporto que amamos é um desporto de origem pobre, mas as roupas que usamos para ver esse desporto está inspirada nos desportos mais caros como o ténis ou golf. 

Aliás são estes dois últimos desporto que influenciam em grande escala a cena casual. Basta olharmos para um jogador se golfe para percebermos isso. O estilo clássico, com cortes simples e direitos são do mais Casual que existe e para o outfit ficar completo, basta substituir os sapatos com pítons por uns adidas, New Balance, Puma...

Já o ténis é a maior fonte de inspiração. Nomes como Bjön Borg, Fred Perry, Stan Smith são ícones nas bancadas e toda a gente sabe da sua importância no mundo do futebol. 

Isto leva-me a pensar naquela velha história de que as aparências iludem, ou então querem-se fazer passar por algo que não são, mas isso já são outras histórias. 


Seminário Internacional Estádios de Sítio-2013

Está a decorrer em Lisboa no Instituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna,
o seminário internacional Estádios de Sítio-2013, uma iniciativa da Polícia de Segurança Pública que tem como tema a violência associada ao desporto.

O ministro da Administração Interna fez uma pequena declaração indicando que não entende como é que os mesmos "crimes" têm uma medida em jogos nacionais e outras bem mais pesadas em jogos internacionais. Pelas palavras de Miguel Macedo as medidas punitivas vão sofrer alterações. Cuidado, eles andam ai...