sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Penfield

Com o objetivo de atingir um público que gostasse de moda urbana de qualidade, a Pienfield sempre primou pela simplicidade dos seus desenhos e cortes. Estabelecida em Massachusetts desde 1975, a marca americana teve um ressurgimento com o new hip hop dos Estados Unidos. Muitos young rappers aderiram à Penfield, mas sobretudo à Supreme, como novas marcas a usar. No mundo da bola, a Penfield surgiu em força com os seus típicos gorros com o pompom no topo.






















quinta-feira, 12 de setembro de 2013

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

adidas Gazelle Brasil



Com o aproximar do Campeonato do Mundo de futebol que se irá realizar no próximo verão no Brasil, a adidas lançou uma versão dos Gazelle para marcar essa mesma data. Esta versão ainda não é oficial, mas na página do fecbook, a marca mostrou as primeiras imagens dos ténis. O interior tem o verde e amarelo, mas é por fora que está o destaque. Este modelo é todo ele cinza metalizado. Não me convenceu, vou aguardar por novas fotos.

Nota:obrigado ao leitor do blogue que me enviou este tema.

adidas Kegler Super Consortium





O Kegler Super é um modelo que quero comprar à anos. Vi-o no DVD Casuals e fiquei apaixonado. Deste então tentei por variadas formas encontrar este modelo, mas nem o infinito mundo da net foi meu amigo. Aliás, encontrei num site chinês cheapperadidas.com em preto…mas vinham da China, ou seja, ia perder dinheiro.

O modelo é uma parceria entre adidas e Consortium (não consegui perceber muito bem o que isto é) e foi re-lançado em 2007. É considerado o téni mais luxuoso da adidas Originals, porque tem acabamentos de luxo, tais como: couro em pele de avestruz envernizado, sola intermédia para suavizar o impato como o solo e pequenas saliências ao logo de todo o téni.

Outro pormenor que destaca o Kegler Super é a caixa. Em vez da habitual azul, este modelo vem numa caixa prateada com o simbolo da adidas em relevo. E abertura também é diferente, em vez de se abrir tipo porta, a caixa dos Kegler tem uma corda para se puxar a caixa que vem dentro da caixa e é ai que estão os ténis. Um pormenor pequeno, foi  colocado no mercado por 150€!

Vou continuar a procurar e se um dia conseguir comprar este modelo, fecho o blogue.

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Casual e violência

A cena Casual está ligada à violência. Não há volta a dar, mas nem todos os que seguem este modo de vida têm de ter a paixão de dar e levar uns socos na cara “pelo clube” que defendem. Há uns que vivem disso, há outros que apesar de não seguirem essa doutrina “defendem o território” e há os que simplesmente não se metem nesses “baralhos”. Não considero que seja condição imprescindível ser-se violento para se ser um Casual, apesar da vertente violência ser uma das componentes deste modo de vida. 
Conheço pessoas que considero Casuals, mas são pessoas da “paz” e por outro lado, conheço pessoas que nada tem a ver com a cena e gostam de “atividade”. Serão hooligans? Não sei. Como já foi dito, em Portugal não há Casuals, mas haverá Hools? Acho que não, nunca tivemos essa cultura, mas como povo latino, o português gosta de defender e mostrar a sua masculinidade e no futebol (em grupo) é um sítio onde esses valores vêm ao de cima. 
A socióloga Salomé Mariovet tem várias considerações acerca da violência no desporto, sendo que há artigos em que Mariovet se centra nas claques de futebol e nas pessoas que integram esses grupos de pertença.
“A violência no desporto português, em particular no futebol, sugere o aumento da tensão dos jogos decorrente da intensificação da competição desportiva, mas também o agravamento das desconfianças em torno da justiça assegurada nos campeonatos. No desenvolvimento das hostilidades violentas entre algumas das claques, foi-se assistindo ao agravamento das formas de violência, em alguns casos revelando-se de extrema brutalidade e com trágicas consequências. A incorporação dos valores tradicionais do estereótipo tradicional de masculinidade associada à mentalidade ultra, de adepto devoto e militante, terá criado as condições para o agravamento da violência no seio de algumas claques, e, deste modo, as lutas travadas ter-se-ão constituído o principal motivo para a reprodução autónoma das rivalidades violentas em acções accionadas por solidariedades mecânicas”.
Mariovet fala ainda do surgimento dos Casuals, mas neste campo a autora de várias teorias, deveria sentar-se ao meu lado para eu lhe explicar algumas coisas, umas teorias minhas, que acho que estão mais corretas que as dela. Mas isso nunca vai acontecer, por isso os entendidos que fiquem com as teorias dela.
“No final dos anos setenta, os hooligansingleses adoptaram o estilo casual, marcado pelo que alguns autores designam de ‘fashionable style’,associado ao uso de roupas de marcas distintas (em especial, ArmaniStone IslandBurberrysRalph LaurenLacoste).No início dos anos oitenta, este novo estilo casual veio a ser adoptado peloshooligans alemães, holandeses e belgas, entre outros. O comportamento, em público, dos casuals tem-se tornado discreto, distinguindo-se dosoldfashioned skinheads hooligans, e também dos tradicionais adeptos ingleses – conotados com o uso excessivo de insígnias nacionais, as palavras de ordem e os cânticos –, que tendem a observar com distanciamento, apostando na premeditação estratégica, e recorrendo às novas tecnologias para marcação das suas acções de confrontação, com especial pendor para a luta corpo a corpo”.
Não considero que um Casual tenha de ser violento, ou seja, não considero que por ser isto tem de fazer aquilo, mas que está implicitamente inerente à cena Casual, isso não tenho dúvida.