terça-feira, 23 de julho de 2013

Desejo

adidas sl72 grenate, edição limitada.
Simplesmente, quero.



Adidas Spezial Hoxton Gallery

Está a decorrer em Londres na Hoxton Gallery uma exibição de Adidas Orginals baseada na coleçao do fanático Gary Aspden. O tema é centrado no modelo Spezial, mas  os modelos exibidos são para todos os gostos e retratam mais de 40 anos da marca, que engloba mais de 650 pares de tenis.

Paralelamente decorre também uma exibição de livros, únicos, que contam com os testemunhos de Mani (Stone Roses), Chris Lowe (Pet Shop Boys) e Shaun Ryder (Happy Mondays).



segunda-feira, 22 de julho de 2013

MA.Strum

MA.Strun fundada em 2008 por Donrad Duncan

2009 colaboração com a Massimo Osti, produtora de SI e CP Company

2011 vendas onlie

 

A MA.Strun é uma marca inglesa que veio ao mundo em 2008 por Donrad Duncan. Um ano mais tarde iniciou a colaboração com a Massimo Osti, produtora de SI e CP Company e tudo mudou. A qualidade e a visibilidade. Hoje em dia é uma excelente alternativa aos batidíssimos Stone e CP Company jackets. No entanto, ainda pesa muito na carteira.






domingo, 21 de julho de 2013

Derby de Lisboa


Puma

Vasculhando o baú de fotografias, encontrei uma tirada em junho de 2010 com o meu portfólio de ténis. Fiquei nostálgico. Mas o que quero dizer é que revi ténis que já nem me lembrava que tinha e são boas alternativas à overdose de Adidas. Falo da Puma. A marca fundada por Rudolf Dassler tem modelos simples bonitos e muito confortáveis.

Puma Basket e Puma Suede, são os modelos mais utilizados nas bancadas, mas Roma também se apresenta como boa alternativa e mais confortável até. Para aqueles que são da onda “white shoes only”, Basket, Roma e Adidas Stan Smith são, para mim, as melhores opções.
Curiosidade:
Antigas estrelas patrocinadas pela Puma;
Diego Maradona, Eusébio, Johan Cruijff, Enzo Francescoli, Lothar Matthäus, Kenny Dalglish, Didier Deschamps, Hristo Stoichkov, Rudi Völler e Paul Gascoigne.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Re-make dos city series




A Adidas prepara-se para lançar um re-make dos City Series. Os London tiveram o seu re-make em 2012 aquando dos Jogos Olimpicos, mas desta vez as alterações vão abranger todos os modelos de cidades. Eu só queria que a Adidas se lembrasse de Lisboa.

A data prevista para este re-make ainda é segredo, mas tudo aponta para depois do verão.

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Entrevista: Newfangle Clothing



Os menos distraídos com certeza já ouviram falar na Newfangle Clothing, uma loja portuguesa online com várias marcas de referência no panorama Casual. Vieram preencher um grande vazio no mercado português e até agora estão-se a safar. Mostrando serem pessoas tocáveis, aceitaram responder a umas perguntas feitas pelo blogue.
Fica ai a conversa. Mais uma vez, obrigado.



Contem-nos um pouco a história da Newfangle Clothing

A ideia de trazer para Portugal novas marcas já era antiga, mas por vários motivos nunca conseguimos avançar. A paixão pela área de menswear/casual wear sempre foi muita e acabou por chegar uma altura em que literalmente pensamos “É agora ou nunca!” E assim foi, com uma dose grande de risco avançamos com o grande objectivo de trazer para Portugal marcas que muitos de nós já vestimos mas que só lá fora temos acesso.

A vossa ideia contempla algum risco, qual o balanço que fazem desde que iniciou o projeto?

Sem dúvida, sempre foi um dos problemas, sobretudo nos dias que correm, investir num negócio é muito arriscado. Mas há uns anos que esta ideia andava nas nossas cabeças, pelo que também fomos tentando de alguma forma preparar o futuro.
O balanço tem sido bastante positivo. Obviamente que sendo um projecto recente, ainda temos que crescer para este projecto ficar maduro, mas as coisas têm evoluído bem. O feedback dos nossos clientes tem sido bastante bom e quando começas a ter vários compradores regulares é um óptimo sinal da confiança em nós e no nosso serviço.

Existe a possibilidade da loja passar para um espaço físico?

Sim existe. Desde uma fase inicial que o nosso grande objectivo era ter um espaço físico, mas se já avançar com uma loja online é o que é, então com uma loja física... Mas está sempre no nosso pensamento, se conseguirmos evoluir positivamente esse poderá ser o próximo passo a médio prazo.

Que opinião têm do panorama Casual?

Se bem que actualmente andamos bastante desligados, já teve o seu auge, especialmente no Uk. Neste momento os países do leste estão mais fortes.

E em Portugal?

Em Portugal não se pode dizer que haja propriamente um panorama casual. Existem certos focos mas são muito reduzidos. Somos muito ligados ao fenómeno ultra e não será fácil que haja uma mudança drástica.
Outro dos pontos é que achamos que devia haver variedade na roupa. Fred Perry, Adidas e alguma Stone Island sempre dominaram completamente. Não há variedade, não se arrisca por novas marcas, são sempre estas 3 marcas a dominarem à anos e também por isso a nossa vontade de criar a loja, tentar que novas marcas se implantem. Por exemplo o caso da Stone Island, sem desprimor à marca que também admiramos, toda a gente veste o mesmo, não há variedade alguma nem aquele factor de ter uma peça exclusiva que mais ninguém tem. Existem tantas alternativas por aí, dentro da mesma estética... Não querendo puxar a brasa à nossa sardinha, mas a Barbour tem grandes peças, a Garbstore, Penfield, 6876, Folk, Universal Works, Nemen ou mesmo a Engineered Garments.

Inglaterra continua a ser a grande fonte de inspiração?

Sim, sempre foi e pensamos que continuará a ser por muito tempo. A raíz de tudo está lá.

Quais as marcas que mais vendem?

New Balance, Barbour e Casual Connoisseur são as mais fortes neste momento.

O conceito Casual está irremediavelmente ligado ao futebol, qual a vossa opinião de uma pessoa comprar uns ténis, desculpem, sapatilhas, por 90€, uma malha por 130€ só porque para a semana há um jogo importante?

Aos olhos de muitos será ridículo, mas aparecer em grande estilo
era quase como que uma tradição. E não podemos deixar de discordar, tudo o que seja para melhorar o look seremos sempre a favor.

Onde é que se veste melhor, no norte ou no sul?

Ahahah Pergunta tricky, mas pensamos que no sul. Além de no sul sempre se ter dado mais relevância à forma de vestir, há outro ponto que também sempre influenciou: mais acesso no sul a novas marcas. Certas marcas demoraram muito a chegar ao norte (ou nunca chegaram), o que só por si faz alguma diferença.

Para quando a Stone Island no vosso portfólio?

Temos tido alguns pedidos para ter Stone Island, vamos ver se há possibilidade de a trazer. Como dissemos acima, não é que não gostemos da marca (pelo contrário, é uma marca mítica incontornável que usamos bastante) mas também nos custa ver tudo igual a usar o mesmo.
Mas é um ponto em aberto que não está esquecido.

Alguma história que queiram partilhar?

Não é que sejam histórias propriamente ditas, mas se calhar aproveitamos para destacar o bom nome e fiabilidade que o têxtil português tem lá fora. Nas feiras de menswear em que temos estado presentes, é óptimo ver a notoriedade e qualidade que toda a gente associa ao produto nacional. Também nesse seguimento, é com grande orgulho que estamos a avançar neste momento com duas peças em colaboração com a Casual Connoisseur, (pessoal cinco estrelas e que achamos que têm uma postura e ideias excelentes na cena casual), ambas 100% produzidas em Portugal, o que nos enche de satisfação por de alguma maneira tentarmos contribuir e ajudar o que é nacional.

O que acham do blogue? (propostas de melhoria)

Bem engraçado, com bons temas; já à muito que o panorama casual não tinha um blog destes (pelo menos que fosse do nosso conhecimento).
Como sugestões talvez um template do Blogspot diferente sem fundo preto.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Leitura (quase) obrigatória


Phil Thorton lançou em 2003 um dos livros mais completos sobre a história Casual.

Casuals: Football, Fashion and Fighting: The Story of a Terrace Cult (Thornton, 2003), da Milo Books, contém inúmeras histórias que relatam as diversas vertentes da cena.

É um livro que tem muito calão, logo a leitura não é fácil, isso obriga a mais de uma leitura. Fiz isso e, da segunda vez as coisas já fizeram muito mais sentido. Está dividido em três partes, não ligadas entre si, o que faz com que se possa ler sem ser de uma forma seguida e não se perde o fio à meada.

O autor tem vários testemunhos reais que dão mais valor ao livro. Algumas delas exageradas, claramente puxando a brasa à sardinha deles, mas mesmo essas têm o seu quê de interesse. Para além de explorar a violência e a roupa, tem uma parte do livro onde fala (demasiado na minha opinião) sobre música, o que deixa antever que naquela altura a música era bastante importante. 

Este ano fez dez anos do lançamento da primeira capa e por isso criaram um novo layout para celebrar a primeira década.

Resumidamente acho que é um livro imperdível. Pode-se mandar vir pela net ou pela Fnac, demora cerca de duas semanas e em 2004 quando comprei ficou por 15€.